Saúde Básica para todos!

Assine em defesa da saúde básica para todos! Contra as 1.400 demissões dos trabalhadores da saúde, atraso dos salários, falta de insumos e medicamentos essenciais!

24.444 pessoas já assinaram.
Ajude-nos a chegar em 30.000!
Clique para assinar

A atenção básica é a porta de entrada para a garantia da dignidade humana. Ela é a responsável pelo cuidado em saúde no cotidiano da população, realizando ações de prevenção constante, através das Equipes de Saúde da Família e dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF).

Mesmo assim, este é o segundo ano consecutivo desde a posse do Prefeito Marcelo Crivella em que há cortes sistemáticos na área, que causarão o aumento de mortes evitáveis, aumento da mortalidade materno-infantil, agravamento de doenças em doentes crônicos, aumento e lotação das emergências, dentre outras consequências. Em 2017, a Prefeitura também atacou o funcionamento e o investimento das Clínicas da Família, com atrasos de salários, falta de insumos e medicamentos essenciais nas unidade. Além disso, a previsão de cortes para 2019 é de mais de R$ 700 milhões e são previstas 1400 demissões ainda para este ano. Ao total, serão demitidas pelo menos 180 equipes de saúde da família e 55 de saúde bucal.

O Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro, construído pelas mãos de usuários e trabalhadores da saúde em diversas conferências e mobilizações e foi assegurado pela Constituição de 1988, é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o de melhor custo-efetividade entre os sistemas públicos no mundo, sendo a Estratégia de saúde da família o modelo que apresenta melhores evidencias de sucesso.

Ainda assim, a Prefeitura do Rio de Janeiro escolhe fechar os olhos à essa realidade aplicando repetidamente, medidas de desmonte no modelo de saúde da família, utilizando das brechas presentes no novo Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), imposto pelo Governo Federal em 2017, e também com a EC95,que congela os gastos em saúde e educação por 20 anos.

Os cortes apontados pelo Governo Crivella submetem a população à diminuição do acesso e perda de qualidade de saúde e de vida. Serão milhares de trabalhadores demitidos o que levará a que muitas famílias fiquem desamparadas, desassistidas.

Reconhecemos que esta situação é insustentável e reivindicamos que a prefeitura do Rio de Janeiro garanta o funcionamento pleno das equipes que trabalham na atenção básica de nosso município evitando a demissão de trabalhadores e garantindo a assistência de nossa população.

#NenhumServiçoDeSaúdeAMenos #NenhumaEquipeAMenos #NenhumTrabalhadorAMenos

As entidades abaixo assinam este manifesto:

Nenhum Serviço de Saúde a Menos

Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO)

Rede de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde (Rede APS)

Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz)

Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz)

Programa de Pós Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana (PPFH/UERJ)

Associação Nacional dos Docentes de Ensino Superior (ANDES-SN)

Associação Brasileira de Enfermagem (ABEN)

Associação Brasileira de Defesa dos Direitos Coletivos

Rede Unida

Frente Nacional contra a Privatização da Saúde (FNCPS)

Central Sindical Popular (CSP /Conlutas)

Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

Unidade Classista (UC)

Fórum de Saúde do Rio de Janeiro

Mover – Plataforma Anticapitalista

Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (DENEM)

Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social

Federação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e de Endemias (FENASCE)

Executiva Nacional dos Estudantes de Serviço Social  (ENESSO

Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde do Município do Rio de Janeiro  (SINDACS-RJ)

Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (SINMED – RJ)

Conselho Regional De Nutricionistas CRN/4

Coletivo de Estudantes do Instituto de Medicina Social da UERJ

Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES)

Associação de Doulas do Rio de Janeiro (ADOULAS-RJ)

Sindicatos dos Trabalhadores da Fiocruz (ASFOC – SN)

União de Negros Pela Igualdade (UNEGRO)

Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e Endemias (CoNACS)

Movimento Chega de Descaso